As crianças e as vacinas: um tema a debater.

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Cada vez mais nos dias de hoje se fala sobre o plano de vacinação. Vivemos na era da informação e são cada vez mais as notícias sobre os danos que o excesso de vacinação podem causar nas crianças. A vacina tríplice (sarampo, rubéola e papeira) pode estar associada ao autismo nas crianças (artigo revista Lancet, em 1998). Nos EUA uma família recebeu do tribunal pela primeira vez na história uma indemnização de 1.5 milhões de dollares pelo facto de o filho ter sido vacinado e imediatamente a seguir ter desenvolvido autismo. O filho de Donald Trump também sofre de autismo e a família acredita que está relacionado com as vacinas que o menor tomou. Das poucas coisas boas que Trump deve ter é que devido ao facto do filho ter adoecido ele desenvolveu uma forte campanha contra as vacinas, mas infelizmente foi rapidamente abafado pelos seus “amigos” milionários donos de farmacêuticas. É verdade que os lobbies existem, a indústria farmacêutica é uma das maiores do mundo e as vacinas são uma grande fonte de rendimento, ou seja, seria mau para eles se as pessoas parassem com as vacinas. Mas também é verdade que a medicina avançou muito nos últimos tempos e é graças às vacinas que muitas das doenças estão controladas. Se parássemos todos de tomar as vacinas, será que as doenças voltavam? É uma pergunta interessante e que muia gente defende que sim, que as doenças iam voltar se todos parássemos com as vacinas.

É cada vez mais importante que se criem debates abertos entre especialistas da medicina e da saúde, tanto holística/alternativa como tradicional. É importante que haja transparência e honestidade num tema que é tão mas tão importante para o Ser Humano. Caminhamos todos para a Luz e está na hora de abandonar as crenças antigas do capitalismo e da era industrial e de sermos verdadeiros uns com os outros. Será mesmo necessário um Ser Humano ser vacinado no primeiro dia de vida? Haverá no futuro cada vez menos pessoas vacinadas e assim mais saudáveis? Vamos falar, vamos encarar o assunto com seriedade mas com calma ao mesmo tempo, sem ataques e sem agressividade, mas com amor e com mais consciência. A comunicação consciente será a chave para um futuro mais saudável. A todas as pessoas que decidiram comentar este artigo pedimos que em vez de julgarem os outros, dêem apenas o seu comentário sobre a sua experiência e as suas convicções.

Deixo aqui dois comentários com duas visões distintas (fonte RTP media):

Dr. Paula Nunes, Médica Pediatra
“As vacinas permitem salvar mais vidas e prevenir mais casos de doença do que qualquer tratamento médico. Trata-se de uma forma de fortalecer o organismo contra determinadas infeções e é considerada uma das medidas com maior impacto em termos de saúde pública.”

João Beles, Naturopata
“Eu não defendo a não vacinação porque defender a não vacinação implicaria decidir sobre o livre arbitrio dos pais. O que defendo é precisamente que seja dada aos pais a responsabilidade pela decisão da saúde que querem dar aos seus filhos. Como defendo o mesmo para a educação ou orientação religiosa ou sexual dos seus filhos. Assim nâo sou contra vacinar como não sou contra não vacinar. Os pais que se informem e decidam.”

Muito obrigado!